"Edificada em anfiteatro e cortada quási a pique sôbre o mar, que, no entanto, se afasta para deixar-lhe uma praia de lindo recorte. É êste o principal atractivo da terra, o que não quer dizer que Albufeira não seja também recomendável pelo curioso aspecto que apresenta em panorama com o irregular casario de imaculada brancura, e os seus verdejantes arredores em que a pitoresca Várzea da Orada ocupa um lugar primacial e pela riqueza hortícola da região que a circunda."
Uma viagem ao(s) Algarve(s)!!! «O viajante não é turista, é viajante. Há grande diferença. Viajar é descobrir, o resto é simples encontrar» (Saramago)
Mostrar mensagens com a etiqueta Albufeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Albufeira. Mostrar todas as mensagens
novembro 22, 2016
agosto 06, 2016
janeiro 26, 2015
Esplanada do Túnel
janeiro 24, 2015
janeiro 22, 2015
A alegre vida de Albufeira
«Enquanto almoço, observo o
movimento. Camionetas de luxo despejam excursões coloridas de turistas, que
logo preparam as máquinas fotográficas. Carros abertos, barulhentos e de dois
lugares, sempre um rapaz e uma rapariga, ultrapassam os automóveis familiares,
rodam por entre mulheres de mini-saia, homens de calção e camisola. Grupos
lentos de camponeses passam, olhando. Vieram para ver, não para viver, a alegre
vida de Albufeira.»
in: FONSECA, Manuel da,
1987, Crónicas Algarvias, Caminho,
2.ª Edição.
janeiro 20, 2015
janeiro 19, 2015
Albufeira vista por Manuel da Fonseca
«Reentro na rua que sai do túnel da praia. Percorro uma
espécie de feira. Há cestinhos de palma, alcofas, chapéus de palha, malinhas de
mão, bijutarias. Deste último artigo a maior parte dos vendedores são
estrangeiros, rapazes e raparigas.
Na avenida, lojas, o cinema. A esquina, num terraço de
toldos, que dá sobre o jardim, um restaurante. Subo a escada de pedra, sento-me
debaixo de um toldo.»
in: FONSECA, Manuel da,
1987, Crónicas Algarvias, Caminho,
2.ª Edição.
janeiro 17, 2015
"Tudo velho"
«Subo ao terreiro da
casa do peixe. Para lá da esquina, sigo por uma rua íngreme. E, como se tudo,
casas e ruas, fosse lavado de cal e sol, subindo sempre, chego ao coração da
antiga Albufeira. Rua da Igreja Velha, Rua do Correio Velho. Tudo velho, ruas,
becos, vielas. Mas tudo caiado e limpo, tudo varrido do vento do mar. Velhos,
velhas, crianças, pescadores. Redes como estores, a taparem as portas. Cheiro a
peixe.»
in: FONSECA, Manuel da,
1987, Crónicas Algarvias, Caminho,
2.ª Edição.
janeiro 15, 2015
A esplanada e o túnel
«A
esplanada, passado o túnel, assenta em três áreas distintas, cimentadas ou de
piso de lájeas. À esquerda, a porta de entrada para o hotel, secção de turismo,
loja de artefactos da região, bilhetes-postais, cafés, sandes e gelados,
refrescos. Fora, mesas sobre toldos redondos, cadeiras articuladas, que se
dobram, a encostos graduados: de repousar sentado, reclinado, até se
estenderem, como camas estreitas; de estar de óculos escuros ou de olhos
fechados, e não por pudor em qualquer dos casos, sou seminu a bronzear o mais
que possa ser em toda a parte do corpo.»
in: FONSECA, Manuel da,
1987, Crónicas Algarvias, Caminho,
2.ª Edição.
janeiro 13, 2015
setembro 06, 2014
setembro 04, 2014
setembro 02, 2014
agosto 21, 2014
agosto 16, 2014
Ermida de Nossa Senhora da Orada - Albufeira
Um bocadinho de História
Desconhece-se ao certo a data da construção da capela primitiva,
provavelmente construída no século XVI. Esta sofreu diversas campanhas de
obras. O seu aspecto actual corresponde à segunda metade do século XVIII,
grosso modo.
No ano de 1578 D. Sebastião nomeia como ermitão Pero Simão, morador na vila
de Albufeira, atestando deste modo a sua existência já no século XVI.
A ermida foi construída num local ermo e deserto, em frente da Torre de
Vigia da Baleeira, num vale cercado a Oeste, Este e Norte por montes
relativamente elevados e a Sul, pela rocha da ponta da Baleeira.
No seu interior a ermida apresenta ex-votos que evocam os milagres e os
dramas da vida dos mareantes, sendo que este se trata de um templo de devoção
dos pescadores.
Em 1941 foi construído, junto à ermida, o Convento da Orada, entregue à
Ordem das Carmelitas Descalças, ordem extinta logo em 1948.
agosto 15, 2014
agosto 14, 2014
agosto 13, 2014
agosto 12, 2014
agosto 11, 2014
Oração Senhora da Orada
Ó
Virgem Maria
Nossa
Mãe amada
Ouvi
nossos rogos
Senhora
da Orada.
Devota
capela
A
vós consagrada
Ficou
dando o nome
Ao
Vale da Orada.
E
todos os anos
Em
vosso louvor
Milhares
de crentes
Cantam
com fervor
(…)
E
dos Navegantes
Lá
no alto mar
Sois,
Mãe da Orada.
Estrela
Polar
Sois farol e guia
Dos filhos que amais
Senhora da Orada
Bendita sejais.
(…)
Subscrever:
Mensagens (Atom)












